DECO lança base de dados em que compara preços de mais de cinco mil genéricos
Doentes crónicos podem comparar custos e poupar “centenas de euros em medicamentos”.
Os doentes crónicos podem, a partir de hoje, comparar o custo de mais de cinco mil fármacos genéricos numa nova base de dados da DECO e poupar “centenas de euros em medicamentos”, anunciou a associação de defesa do consumidor.
A base de dados disponível no sítio da DECO Proteste compara o custo de mais de cinco mil medicamentos, por grupo homogéneo, adianta a associação. “O objectivo é promover a transparência ao nível dos preços e facilitar o acesso à informação, essencial para escolhas racionais”, explica João Oliveira, responsável pelo projecto. Na base de dados, os doentes crónicos podem verificar se existem alternativas equivalentes mais baratas ao fármaco que habitualmente tomam.
“O consumidor, em particular o doente crónico, pode poupar centenas de euros em medicamentos”. Se precisar, por exemplo, de tomar todos os dias a substância activa clopidogrel, para prevenir tromboses, o médico pode receitar fármacos desde 4,09 euros até 29,49 euros por embalagem de 28 unidades, já com comparticipação do Estado no regime geral, exemplifica a associação. Com o mais barato, poupa cerca de 300 euros por ano e trata-se com a mesma qualidade, eficácia e segurança do mais caro, acrescenta.
Os doentes devem “abordar a questão do preço na consulta com o médico e sugerir a receita do medicamento mais vantajoso para si”, recomenda o responsável da DECO Proteste. Por outro lado, se tiver uma receita que permita a substituição na farmácia, pode procurar o nome prescrito, apontar os fármacos mais baratos e escolher o mais adequado. O preço impede, muitas vezes, o acesso a medicamentos, refere a associação.
Um inquérito a 4.800 portugueses divulgado pela Teste Saúde em 2007 já indicava que 12% não os compravam por serem caros. “Em altura de crise, este problema agrava-se, em particular nos grupos mais vulneráveis, como os idosos. A opção pelo mais barato contribui para reduzir as dificuldades”, salienta o responsável.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
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Decreto-Lei n.o 115/2006 de 14 de Junho:
A rede social criada na sequência da Resolução do
Conselho de Ministros n.o 197/97, de 18 de Novembro,
impulsionou um trabalho de parceria alargada incidindo
na planificação estratégica da intervenção social local,
abarcando actores sociais de diferentes naturezas e áreas
de intervenção, visando contribuir para a erradicação
da pobreza e da exclusão social e para a promoção do
desenvolvimento social ao nível local. Este trabalho de
parceria tem vindo a ser alvo de uma enriquecedora
actualização também na perspectiva da promoção da
igualdade de género.
(...)
A rede social assume-se como um modelo de organização
e de trabalho em parceria que traz uma maior
eficácia e eficiência nas respostas sociais e rapidez na
resolução dos problemas concretos dos cidadãos e das
famílias.
Continue a ler...
A rede social criada na sequência da Resolução do
Conselho de Ministros n.o 197/97, de 18 de Novembro,
impulsionou um trabalho de parceria alargada incidindo
na planificação estratégica da intervenção social local,
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