Quinta-feira, 1 de Julho de 2010
Encontro de leitores dos livros Cedros Ressoantes da Rússia
Bom dia com Alegria!
Esta sexta durante o lançamento do 4º livro Co-criação em Lisboa vamos ter a presença de um especialista em eco-aldeias que veio desde Austrália, Daniel Miljkovic, para conhecer algumas pessoas que tenham lido os livros que estou a publicar. Vem partilhar os seus conhecimentos e o estudo que fez sobre eco-aldeias no mundo e neste País. Volta para sua terra no Domingo por isso peço que apareçam todos os que possas e tragam muita gente ha ha ha. Gostaria que levasse uma boa opinião do nosso povo e do progresso que estamos a fazer na direcção de uma coexistência mais razoável com o nosso planeta. Quem ainda não teve a oportunidade de ler se quer um destes livros ou não está minimamente interessado nelas venha só para rir!
Até sexta!
Um grande abraço cheio de amor.
Sexta-Feira, 2 de Julho, às 21:00
Tuatha (antigo Espaço Raiz)
Rua Pinheiro Chagas, 48-2º
Lisboa
Joanne Gribler
editora@cedrosressoantes.com
239 423 338
917 681 675
Esta sexta durante o lançamento do 4º livro Co-criação em Lisboa vamos ter a presença de um especialista em eco-aldeias que veio desde Austrália, Daniel Miljkovic, para conhecer algumas pessoas que tenham lido os livros que estou a publicar. Vem partilhar os seus conhecimentos e o estudo que fez sobre eco-aldeias no mundo e neste País. Volta para sua terra no Domingo por isso peço que apareçam todos os que possas e tragam muita gente ha ha ha. Gostaria que levasse uma boa opinião do nosso povo e do progresso que estamos a fazer na direcção de uma coexistência mais razoável com o nosso planeta. Quem ainda não teve a oportunidade de ler se quer um destes livros ou não está minimamente interessado nelas venha só para rir!
Até sexta!
Um grande abraço cheio de amor.
Sexta-Feira, 2 de Julho, às 21:00
Tuatha (antigo Espaço Raiz)
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Lisboa
Joanne Gribler
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Orientação de Gestão n.º 6/2010
2010/06/30
Orientação de Gestão nº 6/2010
Requalificação da Rede Escolar de 1.º Ciclo do Ensino Básico e da Educação Pré-Escolar
Tendo por base a alteração ao regulamento específico “Requalificação da Rede Escolar de 1.º Ciclo do Ensino Básico e da Educação Pré-Escolar” aprovada pela Comissão Ministerial de Coordenação dos Programas Operacionais Regionais do Continente a 20 de Abril de 2010, a Comissão Directiva do POR Lisboa deliberou, por unanimidade, em 18.06.2010, aceitar, mediante pedido de reprogramação financeira do beneficiário, e desde que a operação não atinja o limite máximo de investimento elegível de 1.600.000 euros, os acréscimos nas despesas previstas na alínea e) do artigo 6º, no nº 10 do artigo 9º, no Anexo I e no Anexo II do Regulamento Específico – Requalificação da Rede Escolar de 1.º Ciclo do Ensino Básico e da Educação Pré-Escolar
Mensagem enviada pelo sistema de informação do PORLisboa - http://www.porlisboa.qren.pt/
Orientação de Gestão nº 6/2010
Requalificação da Rede Escolar de 1.º Ciclo do Ensino Básico e da Educação Pré-Escolar
Tendo por base a alteração ao regulamento específico “Requalificação da Rede Escolar de 1.º Ciclo do Ensino Básico e da Educação Pré-Escolar” aprovada pela Comissão Ministerial de Coordenação dos Programas Operacionais Regionais do Continente a 20 de Abril de 2010, a Comissão Directiva do POR Lisboa deliberou, por unanimidade, em 18.06.2010, aceitar, mediante pedido de reprogramação financeira do beneficiário, e desde que a operação não atinja o limite máximo de investimento elegível de 1.600.000 euros, os acréscimos nas despesas previstas na alínea e) do artigo 6º, no nº 10 do artigo 9º, no Anexo I e no Anexo II do Regulamento Específico – Requalificação da Rede Escolar de 1.º Ciclo do Ensino Básico e da Educação Pré-Escolar
Mensagem enviada pelo sistema de informação do PORLisboa - http://www.porlisboa.qren.pt/
30 Junho 10
IDOSOS MAIS VULNERÁVEIS À POBREZA
Um quinto dos portugueses vive abaixo do limiar da pobreza e enfrenta dificuldades para satisfazer as necessidades básicas, alerta um estudo apresentado na Fundação Gulbenkian. Entre outras conclusões o relatório revela que 20% dos portugueses estão abaixo do limiar de pobreza, que é o nível de rendimentos abaixo do qual uma família é incapaz de satisfazer as necessidades dos seus membros. O estudo confirma também o que já se sabia: o universo dos mais vulneráveis coincide com o dos idosos, das famílias monoparentais e dos menos instruídos. Acima do limiar da pobreza mas "em contexto de precariedade" vive mais de um terço dos portugueses. Trinta e cinco em cada cem encontram-se numa situação de privação alta ou média, vendo-se frequentemente confrontados com situações de relativa escassez, tais como a impossibilidade de manter a sua casa aquecida ou de usufruir das baixas médicas na totalidade para não perder rendimentos. Ao todo o estudo constata que, entre pobres e quase pobres, 57% dos portugueses vivem com um orçamento familiar abaixo dos 900 euros, adianta a RTP.
Um quinto dos portugueses vive abaixo do limiar da pobreza e enfrenta dificuldades para satisfazer as necessidades básicas, alerta um estudo apresentado na Fundação Gulbenkian. Entre outras conclusões o relatório revela que 20% dos portugueses estão abaixo do limiar de pobreza, que é o nível de rendimentos abaixo do qual uma família é incapaz de satisfazer as necessidades dos seus membros. O estudo confirma também o que já se sabia: o universo dos mais vulneráveis coincide com o dos idosos, das famílias monoparentais e dos menos instruídos. Acima do limiar da pobreza mas "em contexto de precariedade" vive mais de um terço dos portugueses. Trinta e cinco em cada cem encontram-se numa situação de privação alta ou média, vendo-se frequentemente confrontados com situações de relativa escassez, tais como a impossibilidade de manter a sua casa aquecida ou de usufruir das baixas médicas na totalidade para não perder rendimentos. Ao todo o estudo constata que, entre pobres e quase pobres, 57% dos portugueses vivem com um orçamento familiar abaixo dos 900 euros, adianta a RTP.
APP - Associação Portuguesa de Psicogerontologia
Sexo é seguro em doentes que sofreram enfarte do miocárdio
Posted: 29 Jun 2010 02:15 AM PDT
As pessoas que não falam abertamente sobre sexo com os seus médicos depois de sofrerem um enfarte agudo do miocárdio são menos propensas a retomar a sua actividade sexual, com receio de que a prática lhes possa provocar a morte.
Mas, segundo um estudo da British Heart Foundation, a probabilidade disso acontecer é “muito pequena” e é importante que estes doentes retomem a actividade sexual.
O estudo, liderado por Stacy Tessler Lindau, envolveu 1.184 homens e 576 mulheres que sobreviveram a um enfarte agudo do miocárdio. Um ano após o enfarte agudo do miocárdio, mais de dois terços dos homens e 40% das mulheres indicaram alguma actividade sexual. Nesse mesmo período, mais homens do que mulheres (38,8% versus 17,5%) referiram terem tido uma conversa sobre esse assunto com o seu médico.
Por outro lado, os homens também afirmaram ser mais activos sexualmente antes do enfarte do miocárdio do que as mulheres: 73,5% contra 43,1%. Mas, segundo os autores, a idade poderá ter tido influência neste tópico, dado que os homens do estudo tinham uma média de 58 anos e as mulheres de 61.
De acordo com o estudo, é normal que os pacientes que sofrem de problemas cardíacos tenham ideias erradas sobre o que é seguro depois de um enfarte. “Com frequência, quem se preocupa não é o próprio paciente mas o seu/sua companheira, que teme que este possa sofrer uma arritmia e que morra. E nada pode estar mais longe da verdade”, disse à Healthday Dan J. Fintel, professor de Medicina da Northwestern University. Os especialistas garantem que quem consegue subir dois lances de escadas ou fazer exercício moderado também pode fazer sexo. No entanto, dores no peito durante o sexo devem servir de alerta para parar e consultar um médico.
Posted: 29 Jun 2010 02:15 AM PDT
As pessoas que não falam abertamente sobre sexo com os seus médicos depois de sofrerem um enfarte agudo do miocárdio são menos propensas a retomar a sua actividade sexual, com receio de que a prática lhes possa provocar a morte.
Mas, segundo um estudo da British Heart Foundation, a probabilidade disso acontecer é “muito pequena” e é importante que estes doentes retomem a actividade sexual.
O estudo, liderado por Stacy Tessler Lindau, envolveu 1.184 homens e 576 mulheres que sobreviveram a um enfarte agudo do miocárdio. Um ano após o enfarte agudo do miocárdio, mais de dois terços dos homens e 40% das mulheres indicaram alguma actividade sexual. Nesse mesmo período, mais homens do que mulheres (38,8% versus 17,5%) referiram terem tido uma conversa sobre esse assunto com o seu médico.
Por outro lado, os homens também afirmaram ser mais activos sexualmente antes do enfarte do miocárdio do que as mulheres: 73,5% contra 43,1%. Mas, segundo os autores, a idade poderá ter tido influência neste tópico, dado que os homens do estudo tinham uma média de 58 anos e as mulheres de 61.
De acordo com o estudo, é normal que os pacientes que sofrem de problemas cardíacos tenham ideias erradas sobre o que é seguro depois de um enfarte. “Com frequência, quem se preocupa não é o próprio paciente mas o seu/sua companheira, que teme que este possa sofrer uma arritmia e que morra. E nada pode estar mais longe da verdade”, disse à Healthday Dan J. Fintel, professor de Medicina da Northwestern University. Os especialistas garantem que quem consegue subir dois lances de escadas ou fazer exercício moderado também pode fazer sexo. No entanto, dores no peito durante o sexo devem servir de alerta para parar e consultar um médico.
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Mensagens em Destaque
Objectivos da Rede Social
● Combater Pobreza e Exclusão;
● Promover Inclusão e Coesão Social;
● Contribuir para concretização dos:▪ PNA(Plano Nacional de Acção para a Inclusão);
▪ PNI (Plano Nacional para a Igualdade);
● Desenvolvimento Social Integrado;
● Planeamento Sistemático, Integrado, potenciando sinergias, competências e recursos;
● Maior eficácia, cobertura e organização do conjunto de Respostas e Equipamentos Sociais.
Legislação sobre a Rede Social
Decreto-Lei n.o 115/2006 de 14 de Junho:
A rede social criada na sequência da Resolução do
Conselho de Ministros n.o 197/97, de 18 de Novembro,
impulsionou um trabalho de parceria alargada incidindo
na planificação estratégica da intervenção social local,
abarcando actores sociais de diferentes naturezas e áreas
de intervenção, visando contribuir para a erradicação
da pobreza e da exclusão social e para a promoção do
desenvolvimento social ao nível local. Este trabalho de
parceria tem vindo a ser alvo de uma enriquecedora
actualização também na perspectiva da promoção da
igualdade de género.
(...)
A rede social assume-se como um modelo de organização
e de trabalho em parceria que traz uma maior
eficácia e eficiência nas respostas sociais e rapidez na
resolução dos problemas concretos dos cidadãos e das
famílias.
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A rede social criada na sequência da Resolução do
Conselho de Ministros n.o 197/97, de 18 de Novembro,
impulsionou um trabalho de parceria alargada incidindo
na planificação estratégica da intervenção social local,
abarcando actores sociais de diferentes naturezas e áreas
de intervenção, visando contribuir para a erradicação
da pobreza e da exclusão social e para a promoção do
desenvolvimento social ao nível local. Este trabalho de
parceria tem vindo a ser alvo de uma enriquecedora
actualização também na perspectiva da promoção da
igualdade de género.
(...)
A rede social assume-se como um modelo de organização
e de trabalho em parceria que traz uma maior
eficácia e eficiência nas respostas sociais e rapidez na
resolução dos problemas concretos dos cidadãos e das
famílias.
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